Política de Privacidade
v2.5 · 27 de outubro de 2026 · sujeita a revisão jurídica formal
Esta política descreve como a Viccari Ads LTDA (CNPJ 47.356.569/0001-58) (“nós”), operadora do Hades — Commercial Intelligence OS, também distribuído como Call Copilot, e do Hades Treino (“o produto”) — trata dados pessoais, nos termos da Lei 13.709/2018 (LGPD). Ela cobre quem usa o produto, as pessoas com quem essas conversas acontecem, quem visita os nossos sites e conversa com eles, e as empresas que nós mesmos procuramos para oferecer o produto. A Viccari Ads é a controladora desses dados, com três exceções, em que a controladora é a empresa cliente e nós atuamos como operadora dela: as conversas de WhatsApp que ela conecta ao produto, os leads que ela captura pelo rastreamento de anúncios e os treinos dos funcionários dela no Hades Treino (seção 2).
1. Que dado tratamos, e de quem
Do usuário (a pessoa que faz login no aplicativo, no painel ou no app de celular): nome, e-mail, empresa, senha (guardada só como resumo criptográfico pelo serviço de login), foto de perfil se ela enviar, a versão dos termos que aceitou, registros de uso da conta, o aparelho de onde entrou e o conteúdo que ela mesma cadastra (Business DNA, roteiros, propostas, anotações). Quem paga a assinatura também informa dados de cobrança (seção 2, “Pagamento da assinatura”).
Do prospect (a pessoa do outro lado da reunião, que nunca criou conta nem aceitou nada aqui): a fala dela é transcrita e analisada durante a call, porque é assim que o produto funciona — sugerir em tempo real e resumir depois. O vendedor também pode registrar nome, telefone e e-mail dela, e pedir uma pesquisa pública sobre a empresa dela antes da reunião. Essa pessoa é titular de dado nos termos da LGPD mesmo sem ter relação direta conosco.
O áudio da transcrição ao vivo não é gravado nem guardado. O som que vai para a transcrição é convertido em texto enquanto a conversa acontece e descartado em seguida, inclusive no nosso fornecedor de transcrição: dele não sobra arquivo de áudio. A única exceção é a gravação da reunião, descrita no parágrafo seguinte, que só existe quando alguém a liga. O que fica guardado é o texto da conversa e a análise dela: no nosso banco de dados e, enquanto o aplicativo estiver instalado, também numa pasta de dados do aplicativo no próprio computador de quem conduziu a call, que só ele acessa e pode apagar. É sobre esse texto que valem os prazos da seção 6 e os seus direitos da seção 9.
A gravação da reunião, só quando é ligada. O vendedor pode ligar a gravação de uma reunião, e o gestor da equipe pode torná-la obrigatória para um vendedor. Ligada, ela grava em vídeo a janela da reunião ou a tela inteira (o vendedor escolhe), com o som do microfone dele e o som da reunião, o que inclui a voz e a imagem do prospect que aparecerem ali. O vídeo fica no computador do vendedor ou, quando ele ou o gestor escolhem enviar, é guardado por nós (seção 2, “Gravação da reunião”). Numa conta em inglês, a gravação só começa depois que o produto confere, na transcrição, o sim do prospect ao pedido para gravar; guardamos a pergunta e a resposta, com a hora, como prova. Se o prospect disser não, nada é gravado, e guardamos a pergunta e a resposta para mostrar por que a reunião não tem vídeo.
De quem conversa pelo WhatsApp com uma empresa cliente (quando ela conecta um número de WhatsApp ao produto): nome, telefone e foto de perfil como aparecem no WhatsApp, o texto das mensagens, os arquivos que alguém da empresa abre ou envia pelo painel, e, se a captura de leads estiver ligada, a identificação do anúncio de onde a conversa veio.
De quem vira lead de uma empresa cliente pelo rastreamento de anúncios: nome, telefone, e-mail, a campanha e o anúncio de origem e os identificadores de clique que o formulário ou o WhatsApp dela enviam ao produto.
Do funcionário em treino (no Hades Treino, quando a empresa dele o cadastra): nome, e-mail, o que ele escreve ou fala nas sessões de treino, a nota e a correção de cada sessão e marcas do jeito como a sessão foi feita (seção 2, “Hades Treino”).
De quem visita os nossos sites (hades-copilot.com.br e hades-copilot.com, o blog, a central de ajuda, as telas de entrar e de cadastro e o painel): as páginas abertas e os cliques, de onde a pessoa veio e se agendou uma reunião, ligados a um identificador aleatório guardado no navegador. E, de quem conversa com o site ou agenda uma reunião, o que a própria pessoa digita: nome, WhatsApp, e-mail, site da empresa e as respostas.
De empresas que nós procuramos para oferecer o produto (prospecção B2B, seção 2): dados públicos de contato da empresa e, às vezes, o nome e o cargo de quem decide nela e um e-mail profissional. Essas pessoas não são usuárias do produto.
Do Google Agenda de quem o conecta (só quando o usuário conecta a própria conta Google na Agenda do produto): o e-mail dessa conta Google e os eventos da agenda principal dela, ou seja, título, horário, descrição, link da chamada, número de convidados e quem organizou. Usamos esses dados para duas coisas: mostrar as reuniões na Agenda do produto (e, quando o próprio usuário pede ali, criar, mover, editar ou apagar um evento) e avisar o usuário, no sino do painel e no celular, quando entra uma reunião nova na agenda dele e quando uma reunião está para começar (o usuário desliga esses dois avisos em Notificações). Não lemos as outras agendas da conta. Para esses avisos, e só para eles, guardamos uma cópia mínima dos eventos dos próximos 60 dias que têm hora marcada: o identificador, o início, o fim, o título e a situação (confirmado, provisório ou recusado). Não guardamos descrição, link da chamada, convidados nem organizador, e não copiamos eventos de dia inteiro. A cópia é renovada a cada 10 minutos; o evento sai dela quando é apagado ou movido no Google e um dia depois de acabar, e tudo é apagado na hora em que o usuário desconecta a conta. Os eventos que o próprio produto cria levam um sinal interno, só para não avisarmos o usuário sobre o que ele acabou de marcar. Fora essa cópia, guardamos a autorização de acesso, o e-mail da conta e a hora da última leitura. Os eventos não vão para anúncio, não são vendidos nem repassados a terceiros, não são enviados aos modelos de inteligência artificial do produto e não são usados para treinar modelo nenhum. Para desligar, basta clicar em “Desconectar esta conta” na Agenda (a autorização é apagada na hora) ou retirar o acesso em myaccount.google.com/permissions. O uso e a transferência, pelo Hades, de informações recebidas das APIs do Google seguem a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, incluindo os requisitos de Uso Limitado.
2. Cada tratamento: o quê, para quê, base legal, prazo e quem recebe
As bases legais são as do art. 7º da LGPD. “Quem recebe” fala dos fornecedores que processam o dado em nosso nome (a lista completa, com o país de cada um, está na seção 13).
Conta, login e uso do produto
O quê: nome, e-mail, empresa, senha (só o resumo criptográfico), foto de perfil opcional, versão e data do aceite destes documentos, registros de uso (quando entrou, quantas calls, quanto consumiu de transcrição e de IA), e o aparelho conectado: um identificador aleatório criado na instalação, o nome do computador, o endereço IP da conexão e quando foi visto pela última vez. No celular, a sessão fica guardada no próprio aparelho.
Para quê: dar acesso à conta, contar o uso do plano e manter uma sessão de uso por conta ao mesmo tempo (a conta não pode ser compartilhada, seção 2 dos Termos).
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V) e, para o controle de uma sessão por conta, legítimo interesse em impedir o compartilhamento da conta (art. 7º, IX).
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa (seção 6).
Quem recebe: Supabase (banco de dados e login), Vercel (painel) e Railway (servidor do aplicativo).
Reuniões: transcrição, sugestão ao vivo e análise
O quê: a fala do vendedor e do prospect, transformada em texto; o texto vai, junto com o Business DNA da empresa, as lições da Memória comercial, a análise de reuniões anteriores com o mesmo cliente e o roteiro da reunião, para o modelo de IA que sugere e analisa. Fica guardado: a transcrição, a análise, o checklist, a etapa e os momentos da reunião. O áudio da transcrição não é guardado (seção 1); a gravação da reunião, quando ligada, está no tratamento seguinte.
Para quê: transcrever, sugerir durante a call, analisar depois e mostrar o histórico de cada cliente.
Base legal: execução do contrato com o usuário (art. 7º, V). Para a fala do prospect, que não é parte do contrato, legítimo interesse do usuário e nosso em apoiar a conversa comercial que os dois decidiram ter (art. 7º, IX, e art. 10), com o aviso da seção 10.
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa. A cópia local no computador do vendedor fica até ele apagar a pasta de dados do aplicativo.
Quem recebe: Deepgram (transcrição), Anthropic (modelo Claude: sugestão ao vivo e análise) e, quando a análise depois da reunião usa o modelo GPT, a OpenAI, pela OpenRouter, que só encaminha o pedido e foi configurada para usar apenas provedor que não guarda o conteúdo nem o usa para treinar modelos. Nenhum deles usa o conteúdo das reuniões para treinar modelos.
Gravação da reunião (só quando ligada)
O quê: o vídeo da reunião, com som (a janela da reunião ou a tela inteira, à escolha do vendedor), a hora em que a gravação começou, a duração e o tamanho do arquivo; numa conta em inglês, a pergunta do vendedor e a resposta do prospect, com a hora; e, quando a gravação não acontece, o motivo (o prospect recusou, não respondeu, faltou espaço no computador).
Para quê: permitir que o vendedor, o dono e os gestores da conta revisem a reunião, para controle de qualidade e treinamento, com os momentos que o copiloto marcou durante a call.
Base legal: execução do contrato com o usuário (art. 7º, V). Para a voz e a imagem do prospect, legítimo interesse do usuário em revisar a própria conversa comercial (art. 7º, IX, e art. 10), com o aviso da seção 10 e, numa conta em inglês, o sim conferido antes de gravar.
Por quanto tempo: no computador do vendedor, até ele apagar o arquivo. Guardada por nós, até o limite de horas de gravação do plano: passado o limite, as gravações mais antigas são apagadas 7 dias depois, com aviso ao dono da conta; fica só o registro de que a gravação existiu e foi apagada. A transcrição e a análise da reunião continuam.
Quem recebe: Supabase (armazenamento do vídeo em São Paulo). O vídeo não vai para os modelos de inteligência artificial e não entra na análise cruzada entre contas.
Business DNA, Memória comercial, ficha do cliente, follow-ups e propostas
O quê: o que a empresa cadastra sobre ela mesma (oferta, preços, objeções conhecidas); as lições que o produto calcula a partir das reuniões da própria conta; a ficha de cada cliente (nome, telefone, e-mail, origem e o que já foi dito em reuniões anteriores); e as mensagens de follow-up e propostas que a IA escreve a partir da transcrição e da análise.
Para quê: preparar e conduzir as próximas conversas com o mesmo cliente e escrever o que o vendedor manda depois da reunião.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V).
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa.
Quem recebe: Anthropic (gera follow-ups e propostas) e os fornecedores de hospedagem.
Pesquisa antes da reunião
O quê: quando o vendedor pede, o nosso servidor abre o site da empresa do prospect (título, descrição, cores e links de redes sociais) e consulta os dados públicos do CNPJ na Receita Federal, que incluem o nome e a qualificação de até 10 sócios. O perfil de Instagram não é lido: só o link fica guardado.
Para quê: montar o roteiro da reunião.
Base legal: legítimo interesse do usuário em se preparar para uma reunião já marcada (art. 7º, IX), sobre dados que a própria empresa tornou públicos (art. 7º, § 4º).
Por quanto tempo: junto com o roteiro, enquanto a conta estiver ativa.
Quem recebe: BrasilAPI (consulta do CNPJ). O site consultado recebe a visita do nosso servidor, como qualquer visita.
Conversas de WhatsApp de uma empresa cliente
O quê: as mensagens do número que a empresa conecta (o da operação ou o número pessoal de um vendedor): nome, telefone e foto de perfil do contato, texto, reações, mensagens agendadas e os arquivos abertos ou enviados pelo painel.
Para quê: receber e organizar as conversas, responder e agendar mensagens pelo painel e ligar cada conversa ao cliente e à reunião. As conversas de WhatsApp não vão para os modelos de IA e não entram na análise cruzada entre contas.
Base legal: aqui quem decide é a empresa cliente, que é a controladora; nós tratamos o dado só para prestar o serviço a ela, seguindo as instruções dela (art. 39).
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa. Desconectar o número não apaga o histórico. As conversas de um número que a empresa trocou por outro são apagadas depois de 90 dias sem mensagem, com aviso na tela 7 dias antes. Os arquivos ficam num espaço limitado por conta, que a empresa pode limpar pelo painel. Para apagar conversas antes disso, a empresa pede pelo contato da seção 12.
Quem recebe: Uazapi (conexão técnica com o WhatsApp, que também guarda cópia das mensagens e arquivos desse número) e o próprio WhatsApp, serviço da Meta que a empresa e os contatos dela usam diretamente, sob os termos do WhatsApp.
Rastreamento de anúncios de uma empresa cliente
O quê: os leads que chegam pelo formulário ou pelo WhatsApp da empresa (nome, telefone, e-mail, campanha, anúncio, identificadores de clique), guardados junto com a mensagem original recebida; os dados da conta de anúncios que ela conecta na Meta (nome de quem conectou, empresa no gerenciador de negócios, campanhas, orçamentos e resultados); e, quando o dono pede ou aprova, a mudança de orçamento diário que gravamos de volta na Meta, com quem pediu e quando. O relatório público que a empresa pode gerar mostra só números de campanha, nunca nome, telefone ou e-mail de lead.
Para quê: medir quais anúncios trazem venda, sugerir e aplicar ajustes de orçamento e devolver à Meta os eventos de conversão da empresa.
Base legal: a empresa cliente é a controladora dos leads dela; nós atuamos como operadora (art. 39). A leitura e a escrita na conta de anúncios seguem a autorização que o dono dá na Meta e a cláusula que ele aceita no produto.
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa.
Quem recebe: Meta (Facebook e Instagram): recebe, para a conta de anúncios da própria empresa, os eventos novo lead, comparecimento e venda. Telefone e e-mail só saem daqui transformados em código irreversível (SHA-256), junto com os identificadores de clique do anúncio.
Google Agenda
O quê: o descrito na seção 1.
Para quê: mostrar, criar, mover, editar e apagar reuniões na Agenda do produto, sempre por ação do usuário; e avisar, no sino e no celular, de reunião nova e de reunião prestes a começar.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V), com a autorização que o próprio usuário dá ao Google.
Por quanto tempo: a autorização fica até o usuário desconectar; a cópia mínima dos eventos fica até um dia depois de cada um acabar e é apagada quando o usuário desconecta.
Quem recebe: Google (o próprio serviço de agenda do usuário).
Hades Treino
O quê: do gestor e do funcionário: nome e e-mail (o convite sai por e-mail); de cada sessão: tudo o que o funcionário escreve ou fala (em texto), a nota (passou, reprovou ou inconclusiva) e a correção de cada critério, com o trecho que a justifica; e marcas do jeito como a sessão foi feita — se colou texto (só o tamanho do que colou, não o conteúdo), se trocou de aba, se respondeu rápido demais para o tamanho da resposta, e até 200 caracteres de uma fala que tentou manipular o robô. Na sessão por voz, o microfone do funcionário é transcrito e o áudio não é guardado. A câmera do funcionário nunca é ligada.
Para quê: treinar e certificar o funcionário no atendimento, a pedido da empresa dele.
Base legal: a empresa cliente é a controladora dos dados dos funcionários dela; nós atuamos como operadora (art. 39). É a empresa quem decide quem treina e o que se faz com a nota.
Por quanto tempo: enquanto a conta da empresa e o departamento existirem.
Quem recebe: Deepgram (transcreve a voz do funcionário), Anthropic (faz o papel do cliente e corrige a sessão; recebe a conversa, não o nome nem o e-mail do funcionário), ElevenLabs (transforma em voz só o texto do robô) e, quando a empresa contrata o rosto ao vivo, HeyGen (recebe só o áudio do robô para animar o rosto; nunca o microfone do funcionário).
Avisos: notificações, e-mails e a mensagem de boas-vindas
O quê: o identificador do celular para notificação e as notificações do painel, cujo título pode trazer o nome de uma reunião ou de um cliente; o resumo da reunião por e-mail, só para quem liga essa opção; os e-mails de confirmação de conta e de convite; e, para quem assinou e não abriu o aplicativo em 48 horas, uma mensagem de WhatsApp para o telefone informado na assinatura, com o link para começar.
Para quê: avisar o usuário do que pede ação e ajudar quem pagou a começar a usar.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V); a mensagem de boas-vindas, legítimo interesse em que o cliente use o que pagou (art. 7º, IX). Basta responder pedindo para não receber mais.
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa; o identificador do celular sai quando deixa de valer ou quando o usuário desliga as notificações.
Quem recebe: Expo (envio das notificações para o celular, pelos serviços da Apple e do Google), Google (envio dos e-mails pelo Gmail), Supabase (e-mails de conta e convite) e Uazapi (WhatsApp).
Cadastro e teste grátis
O quê: nos links de teste grátis que valem uma vez por pessoa: o CPF (no site em inglês, o e-mail) e o endereço IP, guardados só como resumo criptográfico feito com uma chave secreta nossa, que não permite ler o número de volta, junto com o e-mail da conta criada.
Para quê: impedir que a mesma pessoa abra vários testes grátis.
Base legal: legítimo interesse em prevenir fraude (art. 7º, IX).
Por quanto tempo: enquanto a regra de um teste por pessoa existir; hoje não há exclusão automática, e você pode pedir a exclusão pelo contato da seção 12.
Quem recebe: Supabase (banco de dados).
Pagamento da assinatura
O quê: em reais: nome ou razão social, CPF ou CNPJ, e-mail, telefone e endereço, enviados à Asaas, que emite a cobrança e a nota fiscal (o CEP é consultado no ViaCEP para preencher o endereço); a forma de pagamento é escolhida na página da própria Asaas. Em dólar: a Stripe recebe e-mail, telefone (obrigatório), o endereço e o número fiscal que ela pede para calcular imposto, e os dados do cartão. Nunca recebemos nem guardamos número de cartão. Guardamos o plano, os valores, o telefone (no padrão internacional) e as mensagens que o processador nos manda sobre cada pagamento, que podem repetir nome, e-mail, endereço e número fiscal. Se você chegou pelo link de um vendedor parceiro nosso, ele vê seu nome, seu e-mail e se a compra foi concluída, para receber a comissão dele.
Para quê: cobrar a assinatura, emitir nota, calcular comissão e usar o telefone para a mensagem de boas-vindas acima.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V) e cumprimento de obrigação legal fiscal (art. 7º, II).
Por quanto tempo: enquanto a conta estiver ativa e, depois, pelo prazo que a lei fiscal manda guardar.
Quem recebe: Asaas ou Stripe, conforme a moeda, e ViaCEP (só o CEP).
Medição dos sites e dos anúncios
O quê: páginas abertas, cliques, até onde a pessoa rolou, de onde veio (o site anterior, a campanha e se veio de anúncio) e se agendou uma reunião, ligados a um identificador aleatório guardado no navegador, sem endereço IP no nosso registro. Usamos o Meta Pixel (páginas e cliques, para medir e direcionar os nossos anúncios), o Microsoft Clarity (como a página foi usada: rolagem, cliques e movimentos, com todo o texto do painel logado mascarado) e o Google Tag Manager, e, quando uma reunião agendada passa pela nossa nota de qualidade, avisamos o Google Analytics com o identificador do navegador dele. Esses serviços usam cookies e dados guardados no navegador. O painel também usa cookies próprios necessários: o de login, o da conta escolhida e o da central de ajuda. Páginas cujo endereço contém um código de acesso (relatório de cliente, convite, link curto, link de vendedor parceiro) ficam fora de qualquer medição.
Para quê: saber quais páginas e botões levam alguém a agendar ou assinar, e fazer os nossos anúncios chegarem a quem tem interesse.
Base legal: legítimo interesse em divulgar e melhorar o próprio serviço (art. 7º, IX). Hoje os sites não mostram um aviso de cookies; você pode bloquear essa medição no navegador (bloqueador de anúncios ou limpeza dos dados do site) ou se opor pelo contato da seção 12.
Por quanto tempo: o nosso registro de visitas é apagado depois de 12 meses; os cookies de terceiros seguem as regras de cada um.
Quem recebe: Meta, Microsoft e Google, que também usam esses dados sob as políticas deles.
Conversas de venda no site e agendamentos
O quê: no chat de demonstração (/vitrine): nome, WhatsApp, cada resposta e o texto livre digitado (que vai para o modelo de IA), e o contato deixado para o aviso da versão para Mac. No chat de qualificação (/chatbot): nome, WhatsApp, site ou perfil da empresa e as respostas, guardados a cada resposta, mesmo se a pessoa parar no meio. Nos agendamentos (pela Cal.com): nome, e-mail, WhatsApp, as respostas e anotações do formulário e a origem da visita. Nos três, o endereço IP só como resumo criptográfico, para perceber repetição. O produto dá a cada lead uma nota automática de qualidade; nota baixa faz o lead não ser informado à Meta e, quando ligamos essa opção, cancela o agendamento.
Para quê: responder quem procurou o produto, marcar e fazer a reunião, falar com a pessoa pelo WhatsApp que ela deixou e medir quais anúncios trazem leads bons.
Base legal: procedimentos preliminares a um contrato, a pedido da própria pessoa (art. 7º, V); para guardar as respostas e falar pelo WhatsApp no chat de qualificação, o consentimento que a pessoa marca na tela (art. 7º, I), que pode ser retirado a qualquer momento; para a medição e a nota, legítimo interesse (art. 7º, IX). Quem teve o agendamento cancelado pela nota pode pedir revisão por uma pessoa (art. 20, seção 9).
Por quanto tempo: hoje não há exclusão automática: guardamos enquanto puder haver conversa comercial e apagamos quando você pede pelo contato da seção 12.
Quem recebe: Anthropic (texto livre do chat de demonstração), Cal.com (agendamento), Meta (eventos de lead e de agendamento, com telefone e e-mail só em código irreversível SHA-256) e Google Analytics (agendamento qualificado, sem nome, e-mail ou telefone).
Inscrição na live de sábado
O quê: nome, WhatsApp e e-mail digitados no formulário da página /live, a marcação de que a pessoa aceita receber as mensagens da live, a origem da visita (anúncio, campanha e os identificadores do navegador que a Meta usa: o fbclid e os cookies _fbp e _fbc) e o endereço IP só como resumo criptográfico. Quando a pessoa entra na sala pela nossa página, guardamos a hora da entrada. A inscrição vira um contato e um negócio no nosso funil de vendas.
Para quê: levar a pessoa à live, mandar o link do grupo de WhatsApp e o da sala, falar com ela antes e depois da live, e medir quais anúncios trazem inscritos e quem comparece.
Base legal: consentimento marcado na tela (art. 7º, I), que pode ser retirado a qualquer momento; para a medição dos anúncios e da presença, legítimo interesse (art. 7º, IX).
Por quanto tempo: hoje não há exclusão automática: guardamos enquanto puder haver conversa comercial e apagamos quando você pede pelo contato da seção 12.
Quem recebe: Supabase (banco de dados); Meta, que recebe a inscrição e a presença com e-mail, telefone, nome, país, estado (pelo DDD) e um identificador de visitante só em código irreversível SHA-256, e com o endereço IP e o navegador sem código, porque a Meta exige; e o WhatsApp, onde fica o grupo da live. Num grupo de WhatsApp os participantes veem o número uns dos outros.
Suporte
O quê: no chat da central de ajuda: nome, e-mail, as mensagens e a página de onde a conversa começou, com um identificador de visitante guardado num cookie por até 1 ano; e as avaliações dos artigos.
Para quê: responder quem pede ajuda. Quando uma conversa espera resposta, a nossa equipe recebe um alerta com o nome, o e-mail e a página de origem.
Base legal: execução do contrato para quem é cliente (art. 7º, V) e legítimo interesse para quem ainda não é (art. 7º, IX).
Por quanto tempo: hoje não há exclusão automática; apagamos quando você pede.
Quem recebe: Supabase e Telegram (alerta interno da nossa equipe).
Prospecção de empresas (pessoas que não são usuárias)
O quê: nós procuramos empresas de médio e grande porte que possam se interessar pelo Hades Treino ou pelo Hades Copilot. Coletamos dados de contato que a própria empresa publica (nome, endereço, telefone, e-mail, site, perfis em redes sociais, porte), pela busca do Google feita pelo modelo Gemini e pela página da própria empresa, e uma pesquisa sobre ela, que pode trazer o nome e o cargo de quem decide e um e-mail profissional. Mandamos no máximo uma mensagem de apresentação por canal, por e-mail ou WhatsApp, e guardamos o texto enviado e se houve resposta.
Para quê: oferecer os nossos produtos a empresas, num contato entre empresas.
Base legal: legítimo interesse em divulgar o próprio serviço a empresas (art. 7º, IX, e art. 10), sobre dados de contato tornados públicos pela própria empresa (art. 7º, § 4º). Toda mensagem diz como sair: basta responder “remover” ou escrever para o contato da seção 12.
Por quanto tempo: enquanto a prospecção daquela empresa estiver em andamento; hoje não há exclusão automática. Quem pede para sair fica só com o registro mínimo necessário para não ser procurado de novo.
Quem recebe: Google (busca pelo Gemini e envio do e-mail pelo Gmail) e Uazapi (WhatsApp).
Segurança e obrigações legais
O quê: eventos de segurança (tentativa de acesso indevido, de extração de conteúdo, de uso acima do limite), com o endereço IP, a conta e, em alguns casos, o e-mail; registros de acesso à aplicação; e o registro de auditoria das ações administrativas da nossa equipe, inclusive da exclusão de uma conta.
Para quê: proteger o produto e as contas, cumprir o Marco Civil da Internet e atender ordem de autoridade.
Base legal: cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II) e legítimo interesse na segurança do serviço (art. 7º, IX).
Por quanto tempo: eventos de segurança, 180 dias; registros de acesso, pelo menos os 6 meses que o Marco Civil exige.
Quem recebe: Telegram (alertas internos para a nossa equipe, que podem trazer IP, conta ou e-mail) e os fornecedores de hospedagem.
Melhoria do produto para todos os clientes
O quê: padrões de objeção, etapa da venda e desfecho das reuniões, cruzados entre contas diferentes. Isso é feito de forma identificável internamente (não anonimizada), mas nunca é exposto, revendido ou mostrado de forma identificável a outra conta-cliente. Ficam fora: as conversas de WhatsApp, os leads de rastreamento e o Hades Treino.
Para quê: refinar as orientações que o copiloto dá em reuniões futuras.
Base legal: legítimo interesse na melhoria contínua do serviço oferecido a todos os clientes (art. 7º, IX, e art. 10). Você pode se opor a esse uso — ver a seção 9.
Por quanto tempo: o mesmo do conteúdo das reuniões.
Quem recebe: ninguém de fora: é feito pela nossa equipe.
3. Quem enxerga o quê
O conteúdo de uma conta (reuniões, clientes, conversas, treinos) fica isolado no espaço dela — nenhuma outra conta cliente consegue ler, em nenhuma tela do produto. A gravação de uma reunião é vista pelo vendedor que gravou e pelo dono e pelos gestores da conta, por um link que vale poucas horas. Esse isolamento é aplicado no banco de dados, não só na tela. A única exceção é o time da própria Viccari Ads (hoje: Lucas Sampaio e Yuri, sócios), que enxerga as contas para dar suporte, corrigir bug, investigar incidente e fazer a análise cruzada descrita na seção 2.
Dentro da conta, o WhatsApp da operação é visto pelo dono, pelos gestores e pelos vendedores a quem eles derem acesso; o número pessoal de um vendedor só é visto por ele, e pelo dono e pelos gestores apenas se ele escolher compartilhar. No Hades Treino, o funcionário vê as próprias sessões, e o gestor do departamento e o dono da conta veem as sessões de todos do departamento. O time da Viccari Ads só abre conversas de WhatsApp e sessões de treino para dar suporte quando o cliente pede, corrigir bug ou investigar incidente de segurança.
O relatório público de anúncios só é visto por quem tem o link (um código longo e secreto, que a empresa liga e desliga), não é indexado por buscador e não traz dado de lead.
4. Com quem compartilhamos
Os fornecedores da seção 13 processam o dado em nome da Viccari Ads, como operadores nos termos da LGPD, sob contrato, só para a parte do serviço que cabe a cada um. Os fornecedores de inteligência artificial não usam o conteúdo das suas reuniões, conversas ou treinos para treinar modelos.
Meta, Microsoft e Google, na medição dos nossos sites, e o WhatsApp, nas conversas, também tratam o dado para fins deles, sob as políticas deles. Nos eventos de conversão que enviamos à Meta, em nome da empresa cliente ou nossos, telefone e e-mail saem daqui só transformados em código irreversível (SHA-256). Dentro do painel logado, o Clarity não recebe o texto da tela e a Meta recebe só a página e o clique, nunca o que foi digitado.
Fora isso, não vendemos, alugamos nem cedemos dado pessoal a ninguém. Compartilhamento fora dessa lista só por obrigação legal ou ordem de autoridade competente — e, quando a lei permitir, avisamos você antes de cumprir.
5. Transferência internacional de dados
O banco de dados principal e o painel rodam em São Paulo. Mesmo assim, vários fornecedores da seção 13 são empresas dos Estados Unidos e processam ou guardam parte do dado fora do Brasil: Deepgram, Anthropic, OpenAI, OpenRouter, ElevenLabs, HeyGen, Railway, Expo, Stripe, Cal.com, Google, Meta e Microsoft. Os servidores da Uazapi que atendem o Hades ficam na Alemanha, e o Telegram, que leva os alertas internos da nossa equipe, também opera fora do Brasil. Isso é transferência internacional de dados nos termos do art. 33 da LGPD, e ela se apoia nas garantias contratuais firmadas com esses fornecedores (compromissos de segurança, confidencialidade e limite de uso equivalentes aos desta política), conforme a regulamentação da ANPD sobre o tema.
Usamos o endpoint global padrão da Deepgram (não a opção de processamento restrito à União Europeia que ela também oferece), e a Anthropic pode processar a chamada — nunca armazenar — em data centers de outras regiões por questão de performance de rede, mantendo o armazenamento nos EUA.
6. Por quanto tempo guardamos
Enquanto a conta estiver ativa guardamos o conteúdo dela: reuniões, clientes, Business DNA, Memória comercial, follow-ups, propostas, pesquisas, conversas de WhatsApp do número atual, leads e dados de anúncios e sessões de treino. Não existe hoje um prazo que apague esse conteúdo sozinho com a conta ativa.
Encerramento da conta. Quando o plano da conta termina (assinatura cancelada ou vencida, ou teste grátis encerrado), guardamos a conta por 90 dias. Sete dias antes do fim desse prazo avisamos o dono da conta no painel, por e-mail e no celular (para quem usa o aplicativo), e depois a conta é apagada automaticamente: todo o conteúdo, os arquivos de conversa, de gravação e de suporte, a conexão com o WhatsApp, as autorizações de Google e Meta e o acesso de quem só pertencia a essa conta. Se a empresa voltar a assinar antes do fim do prazo, a conta continua. A suspensão por falta de pagamento, por si só, não apaga dado: o prazo conta a partir do fim do plano. Fica só o registro de auditoria de que a conta foi apagada, e o que a lei obriga a guardar (dados fiscais de cobrança). Para apagar antes do prazo, ou para pedir uma cópia dos dados, o dono da conta escreve para o contato da seção 12, e atendemos em até 30 dias do pedido. Conta que nunca teve plano pago nem teste com prazo não tem prazo automático: apagamos quando o dono pede.
Prazos automáticos que já existem: conversas de WhatsApp de um número que a empresa trocou por outro, 90 dias sem mensagem (com aviso 7 dias antes); gravações de reunião guardadas por nós, quando passam do limite de horas do plano (as mais antigas, 7 dias depois, com aviso); registro de visitas aos sites, 12 meses; eventos de segurança, 180 dias.
Sem prazo automático hoje (apagamos quando você pede): leads dos chats e agendamentos do site, conversas de suporte, o controle de um teste grátis por pessoa e os contatos da prospecção. De quem pediu para não ser procurado, fica só o registro mínimo para não procurar de novo.
Por obrigação legal: registros de acesso, pelo menos 6 meses (Marco Civil); dados de pagamento e documento fiscal, pelo prazo da lei fiscal. O que fica guardado por obrigação legal não é usado para mais nada.
No seu computador: a cópia local das transcrições fica até você apagar a pasta de dados do aplicativo, e as gravações de reunião ficam na pasta de vídeos até você apagar os arquivos. A sessão de login só fica salva se você marcar “Lembrar de mim”, protegida pela criptografia do Windows, e é apagada ao sair da conta.
7. Como o dado é protegido
O dado trafega criptografado entre o aplicativo, o painel e os nossos servidores. No banco, cada conta só alcança o próprio espaço, com regra de isolamento aplicada pelo próprio banco de dados em toda tabela de conteúdo. As chaves de acesso que você nos confia (Meta, Google, WhatsApp) ficam em tabelas que só o servidor lê, nunca o navegador. O acesso do time é autenticado e registrado, e eventos de segurança (tentativa de acesso indevido, tentativa de extração) geram registro e alerta imediato para o time.
Nenhum sistema é invulnerável, e seria desonesto prometer isso aqui. O nosso compromisso é com o desenho acima e com a conduta da seção 8 se algo furar.
8. Se acontecer um incidente de segurança
Se um incidente de segurança criar risco ou dano relevante para você ou para os titulares dos dados que você tratou no produto, comunicaremos a ANPD e os afetados no prazo da regulamentação (hoje, 3 dias úteis a contar de sabermos do incidente), dizendo o que vazou, o que já foi contido e o que fazer. É o que o art. 48 da LGPD exige, e é o que faríamos de qualquer jeito.
9. Direitos de quem é dono do dado
A LGPD (art. 18) garante a você, e a qualquer titular: confirmar se tratamos dado seu; acessar esse dado; corrigir dado errado ou desatualizado; pedir anonimização, bloqueio ou eliminação do que for desnecessário ou excessivo; pedir a portabilidade; saber com quem compartilhamos; se opor a tratamento feito com base em legítimo interesse (como a melhoria de produto, a medição dos sites e a prospecção da seção 2); e revogar consentimento, quando o tratamento depender dele. Pelo art. 20, você também pode pedir que uma pessoa revise uma decisão tomada só por meio automático, como o cancelamento de um agendamento pela nota de qualidade. Também é seu direito reclamar direto à ANPD, a autoridade nacional.
Pedido é feito pelo contato da seção 12 e respondido em até 15 dias. Exercer qualquer desses direitos não muda o preço nem o tratamento que você recebe como cliente.
Se você é o prospect de uma reunião conduzida por um cliente nosso — ou seja, participou de uma call mas não tem conta aqui — o canal principal é pedir diretamente à empresa que conduziu a reunião com você, já que ela é quem decide manter aquela relação comercial. Também aceitamos pedidos diretos pelo contato da seção 12; nesse caso, confirmamos a identidade de quem pede antes de agir.
Se você conversou pelo WhatsApp com uma empresa que usa o Hades, virou lead dela pelos anúncios, ou treinou no Hades Treino pela sua empresa, quem decide sobre esses dados é essa empresa, e o pedido deve ir primeiro para ela. Se o pedido chegar até nós, repassamos à empresa e ajudamos no que for preciso para ela responder.
Se a sua empresa recebeu uma mensagem nossa de prospecção, responda “remover” ou escreva para o contato da seção 12, e não procuramos mais.
10. Aviso durante a reunião
Recomendamos — e nos Termos de Uso o usuário se compromete a isso — que quem conduz a reunião avise o outro lado que a conversa está sendo transcrita e analisada por um assistente de IA e, quando a gravação estiver ligada, que a reunião está sendo gravada, antes ou no início da call.
11. Crianças e adolescentes
O produto é uma ferramenta de trabalho para venda entre empresas, e não se destina a menores de 18 anos. Não criamos conta para menor, e o usuário se compromete a não usar o produto em reunião que envolva criança ou adolescente como titular do assunto tratado.
12. Encarregado e contato
O encarregado pelo tratamento de dados pessoais (art. 41, LGPD) é Yuri Viccari, sócio da Viccari Ads. Dúvida, pedido de acesso, correção ou exclusão: admin@hades-copilot.com.br.
13. Operadores e outros fornecedores
Quem processa dado pessoal para o produto funcionar, o que faz e onde fica:
- Supabase — banco de dados, login, e-mails de conta e arquivos (servidor em São Paulo; empresa dos EUA).
- Vercel — hospeda o painel e os sites (funções em São Paulo; empresa dos EUA).
- Railway — hospeda o servidor do aplicativo e as rotinas automáticas (empresa dos EUA).
- Deepgram — transcrição das reuniões e da voz no Hades Treino (EUA).
- Anthropic — modelo Claude: sugestão, análise, follow-ups, propostas, o chat de demonstração e o Hades Treino (EUA).
- OpenAI — modelo GPT que, quando ligado, faz a análise depois da reunião no lugar do Claude; recebe a transcrição e o contexto da conta (EUA).
- OpenRouter — intermediária que encaminha o pedido da análise à OpenAI, com a opção de só usar provedor que não guarda o conteúdo nem o usa para treinar modelos (EUA).
- ElevenLabs — voz do robô no Hades Treino; recebe só o texto do robô (EUA).
- HeyGen — rosto ao vivo opcional no Hades Treino; recebe só o áudio do robô (EUA).
- Uazapi — conexão com o WhatsApp das empresas clientes e o nosso (servidores na Alemanha).
- Meta — WhatsApp, conta de anúncios das empresas clientes, eventos de conversão e Meta Pixel (EUA).
- Google — Google Agenda de quem conecta, envio de e-mail pelo Gmail, busca da prospecção pelo Gemini, Google Analytics e Tag Manager (EUA).
- Microsoft — Clarity, medição de uso dos sites (EUA).
- Expo — envio de notificações para o app de celular (EUA).
- Cal.com — agendamento de reuniões pelo site (EUA).
- Stripe — cobrança em dólar (EUA).
- Asaas — cobrança em reais e nota fiscal (Brasil).
- ViaCEP — consulta de endereço pelo CEP na cobrança em reais (Brasil).
- BrasilAPI — consulta dos dados públicos de CNPJ na pesquisa antes da reunião (Brasil).
- Telegram — alertas internos para a nossa equipe (fora do Brasil).
14. Mudanças nesta política
Esta é a versão v2.5, de 27 de outubro de 2026. Ela mudou a seção 6: o aviso ao dono, 7 dias antes de a conta encerrada ser apagada, passou a sair também por e-mail, além do painel e do celular. A v2.4, de 27 de outubro de 2026, tinha feito a conta encerrada ser apagada sozinha 90 dias depois do fim do plano, com esse aviso 7 dias antes (antes, a exclusão era só a pedido do dono), e o encarregado de dados passou a ser Yuri Viccari (seção 12). Os Termos de Uso não mudaram nela. A v2.3, de 23 de outubro de 2026, não mudou o texto desta política: o número subiu porque os Termos de Uso ganharam a seção sobre o WhatsApp conectado ao produto, e o aceite cobre os dois documentos juntos. A v2.2, de 8 de outubro de 2026, acrescentou a gravação da reunião, que só existe quando o vendedor a liga ou o gestor a torna obrigatória (seção 1, tratamento “Gravação da reunião” na seção 2, seções 3, 6 e 10): até aqui o produto nunca gravava a reunião. A v2.1 acrescentou a cópia mínima dos eventos do Google Agenda que usamos para os avisos de reunião (seção 1 e tratamento “Google Agenda” na seção 2); antes dela, os eventos não eram guardados. A versão anterior, a v2.0, foi uma reescrita: a política passou a cobrir tudo o que o produto faz hoje com dado pessoal, levantado no próprio código. Entraram o Hades Treino, o rastreamento de anúncios por inteiro (leads, conta de anúncios e ajuste de orçamento), a pesquisa antes da reunião, os chats e agendamentos do site, o Google Tag Manager e o Google Analytics, o cadastro com teste grátis, o pagamento em reais e em dólar, as notificações e o resumo por e-mail, a mensagem de boas-vindas pelo WhatsApp, o suporte, a prospecção de empresas e a cópia local da transcrição no computador do vendedor. Cada tratamento passou a dizer base legal, prazo e quem recebe (seção 2), e os fornecedores ganharam lista própria (seção 13). Também corrigimos dois trechos que não batiam com o produto: a exclusão depois do encerramento da conta era feita a pedido, em até 30 dias do pedido (a v2.4 trocou isso pelo prazo automático de 90 dias); e a empresa pede a exclusão de conversas de WhatsApp pelo contato da seção 12, porque o painel não tem esse botão.
Versões anteriores: a v1.0, de 27 de agosto de 2026, foi a primeira publicada; a v1.1 não mudou esta política (o número é do par de documentos, porque o aceite do cadastro cobre esta política e os Termos de Uso juntos); a v1.2, de 3 de setembro de 2026, trouxe transferência internacional, segurança, incidente, crianças, encarregado e a lista completa de direitos; a v1.3, de 10 de setembro de 2026, as conversas de WhatsApp; a v1.4, de 11 de setembro de 2026, a frase de que o áudio não é gravado; a v1.5 e a v1.6 não mudaram esta política; a v1.7, de 18 de setembro de 2026, a medição de visitas do site; a v1.8, de 21 de setembro de 2026, a versão em inglês e duas correções; a v1.9, de 30 de setembro de 2026, o Google Agenda; e a v2.0, de 8 de outubro de 2026, a reescrita descrita acima.
Esta política ainda não passou por revisão jurídica formal. Ela é a base para essa revisão, não o documento final. Mudanças relevantes vão gerar nova versão numerada, e quem já aceitou uma versão anterior será avisado.